sábado, 25 de junho de 2011

Pequenas mudanças no futuro lar.

Você com certeza já ouviu falar de alguém ou por experiência própia começou uma reforma e jurava que seria pequena? Acredito que todas as reformas começam assim, com a intenção de ser pequena. Porque não conseguimos assumir logo que toda reforma é trabalhosa e levaremos mais tempo do que planejávamos? Aí toda a graça estaria perdida com essa exacerbada honestidade, não é?

No meu caso começarei uma reforma como todos, como sempre será uma pequena reforma e espero eu que assim seja até o final. Não, não quero chamar de reforma não. Farei  algumas "mudanças" no meu futuro lar. Acrescentarei ambientes faltantes na tão esperada casa dos sonhos. No momento da compra estava realmente perfeita, mas após alguns poucos detalhados exames, vimos que algumas mudanças serão necessárias.

Vamos começar com o sonhado salão de jogos. Na verdade falta uma sala, salão, quarto ou local (qualquer que seja o nome) destinado tão e somente ao lazer interno na casa que compramos. Esta será a primeira mudança da nossa futura casa. Tão esperada pelos meninos, é claro!

Já decidimos onde será instalado tal ambiente. Uma das laterais gramadas da casa será transformada num ambiente amplo e fechado por vidro com teto em policarbonato retrátil para não acabar com a luminosidade da casa. No chão estou pensando em cimento queimado por ser prático, rápido, rústico e moderno ao mesmo tempo.

O Jefferson (meu marido) tem algumas preferências e exigências para o local: mesa de sinuca, pebolim e carteado. Além do bar rústico da minha atual casa, vamos levar os outros móveis também, para encrementar e decorar o ambiente que ficará enorme, pelo menos nos planos deles (meninos). Vou aproveitar que o ambiente será amplo e bem arejado para fazer um cantinho de leitura com uma pequena biblioteca, já que vou levar os sofás modulares de couro da casa atual... Um canto bem aconchegante.

Também faço questão de ter um gazebo ao lado da piscina. É essencial para uma pessoa que não vive sem um livro, uma apostila, uma revista ou até uma bula de remédio para ler. Sabe aqueles gazebos de madeira com colchão branco, véus ao redor e cheio de almofadas te chamando para uma leitura descansada e descomprometida. Um sonho... Essa será minha segunda mudança no lar. Vou achar alguém que realize tal sonho. (Caso você conheça alguém que trabalhe com isso, por favor me avise.)

Depois disso começarei a pensar na decoração e na mudança propriamente dita...

Beijos, até a próxima e Vinhedo lá vamos nós!


Gazebo: um sonho a realizar.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Casa nova, tudo novo.

Acredito que todos que compram uma casa nova querem colocar tudo novo. Pois é, este é o meu sonho.
Desde que casei, há mais de treze anos, quero ter uma casa para deixá-la com a minha cara. Não que minha casa atual não tenha minha cara, mas queria começar do zero, sem ter que carregar todos os móveis antigos e todos os presentes que ganhei de casamento, que não foram poucos. Por alto havia mais de quinhentos convidados no meu casamento e naquela época não era comum fazer lista de presentes. Resumindo, treze anos depois ainda tenho presentes fechados, que por obséquio serão doados pois se não os usei até hoje é porque não fazem falta.

Quando casei não tinha recursos suficientes para montar a casa dos sonhos, porém conseguimos deixar nosso apartamento bem aconchegante com tudo renovado. Um verdadeiro lar para iniciar nossa família, e assim aconteceu: o Gustavo nasceu e o apartamento foi ficando pequeno. Então decidimos comprar uma casa para que ele tivesse mais espaço.

Na mudança do apartamento para a casa muitos móveis tiveram que ficar por lá, pois eram feitos sob medida. Esta foi minha primeira tentativa de "casa nova, tudo novo", mas não foi bem o que aconteceu. Consegui mudar o estilo, saí dos móveis de pátina e marfim e passei para o estilo rústico com madeira maciça e imbuia. Porém todo o resto foi junto, nenhum único eletrodoméstico novo foi adquirido desde o casamento. Não só os eletrodomésticos mas também as louças, panelas, vidros e todo o mais.

Agora decidi que chegou a hora de renovar tudo: casa nova, tudo novo. Também já passou da hora. Quase quatorze anos cozinhando no mesmo fogão e com a mesma geladeira é de desanimar qualquer um.

Quero tudo novo para a minha nova casa. A casa nova tem voltagem 220, logo todos os eletrodomésticos serão trocados pois minha casa atual tem voltagem 110. A cozinha planejada já vem com cooktop, forno elétrico e coifa de inox novos, a geladeira já estou providenciando juntamente com todo o resto.

A palavra de ordem no atual mundo sustentável é reciclagem. Então pretendo reciclar e reaproveitar várias peças, não apenas para ser politicamente correta, mas também sustentavelmente cidadã. Até os móveis rústicos ganharão lugar no salão de jogos. Posso até carregar móveis antigos mas como serão repaginados, posso considerá-los novos.

Ainda há muitos detalhes faltantes, muita coisa para adquirir, mas até a mudança eu chego lá. Aos poucos vou revelando as minhas novas aquisições, dúvidas e curiosidades. E se você tiver sugestões sustentáveis, por favor, elas serão muito bem vindas.

Beijos, até a próxima postagem e Vinhedo lá vamos nós!

domingo, 19 de junho de 2011

A busca do futuro lar

Após decidido que VINHEDO seria o local ideal para a instalação do nosso futuro lar, então começamos a visitar a cidade e conhecer os condomínios. Descobrimos que na cidade há mais de 50 condomínios. Realmente não seria uma tarefa de fácil execução.


Inicialmente procurávamos por um terreno pois tínhamos a casa dos sonhos em mente, ou seja, na revista. Há alguns meses vínhamos comprando todas as revistas sobre casa e construção das bancas e não foi difícil achar uma casa maravilhosa, dos sonhos e com tudo que se tem direito para construir. A busca pelo terreno estava indo muito bem, achamos 3 bons terrenos (cerca de mil metros quadrados cada) nos melhores condomínios da cidade.


Exatamente o que queríamos: condomínios dentro da cidade, com total infraestrutura de lazer, lagos e parques, muita segurança (guardas e câmeras 24 horas), terrenos em áreas planas e ótima vizinhança.


Aí entra a parte financeira. Achamos só o terreno muito caro, mas mesmo assim fizemos propostas para a compra dos 3. Pensávamos que pelo menos um deles aceitaria nossa proposta que era bem razoável (cerca de 20% abaixo do preço estipulado, com pagamento à vista) e já pensávamos no início da construção. Não foi exatamente o que aconteceu porque nenhum deles aceitou nossa proposta, não havia negociação.


Voltando à estaca zero, começamos a procurar pela internet casas semi novas, novas e velhas, e muito velhas. Sem deixar os terrenos ainda de lado, pois a casa dos sonhos caberia apenas num terreno!


Foi aí que encontramos a corretora Vanete (se alguém precisar de uma corretora na região, eu a indico com certeza), muito simpática, prestativa e solícita. Logo de cara ela entedeu o que queríamos. Marcamos um dia de visitas. Um dia lindo, ensolarado, propício para encontrar a casa perfeita para nossa família.


Bom, na faixa de preço que demos, ela não conseguiu nenhuma casa dos sonhos, nos mostrou até alguns pesadelos. Como ela já tinha uma certa ideia do que queríamos, começou a nos mostrar algumas casas acima daquela faixa de preço e começamos a nos interessar, mas nenhuma sorriu para nós.


Até que ela lembrou-se de uma casa que acabara de ser colocada à venda, mas não tinha a chave para visitar. Mesmo assim ela queria nos mostrar e ligou para o proprietário, perguntando se ele estava na casa e pedindo permissão para mostrá-la. Ele deixara a cidade há algumas horas e disse que não havia chaves disponíveis para entrar, mas se quiséssemos tentar podia ser que ele deixara alguma janela ou porta aberta...


Lá estávamos nós diante da casa mais bela que havíamos visitado até então. E como nesse momento acredito que o universo conspira a favor... Havia uma janela aberta, pela qual o Gustavo pulou e conseguiu abrir as portas. Logo vislumbramos a casa dos sonhos, bem parecida com aquela da revista e ainda com alguns extras. (Falarei sobre eles numa próxima postagem)


A casa estava novíssima e toda mobiliada, faltando apenas alguns detalhes de decoração e alguns móveis. E o dono pretendia vendê-la completa, pois passara anos idealizando-a com a família, terminara a construção em 2010 e moravam lá há quase um ano quando repentinamente a esposa faleceu. Triste, realmente muito triste! Mas hoje ele já está bem melhor.


Nos apaixonamos pela casa, é lógico que estava bem acima do valor que esperávamos gastar inicialmente, mas não tinha como negar que ela era perfeita, tinha tudo e já estava construída. Só de pensar que não teríamos que passar por todo o encômodo e estresse de uma construção e todo o mais... Parecia até um sonho, pois nem eu nem o Jefferson estávamos muito dispostos a cuidar de uma construção.


Fizemos uma proposta e após alguns dias de negociação, fechamos a compra do nosso futuro lar. No final das contas foi muito mais fácil do que imaginávamos e como diz meu marido: "O que dinheiro e porrada não resolver, é só dar mais um pouquinho que resolve." É, tivemos que aumentar nossa proposta, mas nada absurdo, levamos em consideração o custo-benefício e até nossa saúde entrou nessa ponderação.


Ganhamos também bastante tempo com a compra da casa construída, pois agora temos de julho a dezembro para arrumá-la e deixá-la com a nossa cara.


Contar os detalhes da arrumação e pequenas reformas ficará para uma próxima postagem.


Vinhedo lá vamos nós! Beijos e até mais.

Nosso futuro lar

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O sonho que vira realidade.

Um sonho sonhado por muitos, porém vivido por poucos. Esta é a ideia que tenho da nossa mudança.

Com certeza muitos paulistanos, como eu, tem vontade de deixar a correria do dia-a-dia da cidade grande e mudar de vida. Muitos pensam em aventurar-se mundo afora, outros em morar próximo ao mar (já que praia de paulistano é o rio Tietê, como muitos dizem), outros em mudança radical, ou seja, mudar para uma cidade do interior.

Por que considero mudar para o interior tão radical? No momento ainda não sei responder ao certo, pois ainda não mudamos. Mas vou expor minhas expectativas.

A minha vida diária vai mudar muito, pelo menos no início, pois vou largar empregos, família e amigos com os quais convivo todos os dias.
Vou me aventurar numa cidade na qual não conheço as pessoas. Não tenho família por perto e nem amigos íntimos.
Seremos apenas nós: eu, meu marido Jefferson, meu filho Gustavo e minha filha Beatriz, aprendendo a conviver muito mais tempo juntos.
As crianças irão para a escola e aí seremos apenas nós dois, eu e meu marido.

Bom, no início teremos a casa para colocar em ordem, arrumar nossas coisas nos seus respectivos lugares, decorar a casa, cuidar dos jardins e assim por diante. Acredito que dentro de um ou dois meses o lar já estará estabelecido.

Depois teremos a cidade para explorar: lugares novos, vizinhos para conhecer e confraternizar, restaurantes para experimentar, bares para agitar, projetos para engajar-se e por aí vai...

Será que não estou idealizando demais? Acho que minhas expectativas estão tão altas que posso acabar me decepcionando. Mas como diz o poeta: "Mais vale a tentativa fracassada à decepção de nunca ter tentado." Então vamos sonhar alto e seja o que Deus quiser!

Hoje vou parando por aqui e em breve continuarei a discorrer sobre a minha grande futura aventura rumo a Vinhedo.

Beijos e até mais.